Publicado em 17 mar 2026

Os sintomas da lentigo solar ou mancha senil

Redação

O lentigo solar ou mancha senil é uma mancha inofensiva e plana, castanha ou marrom, resultante da produção excessiva de melanina devido à exposição crónica à radiação UV. Comuns após os 40-50 anos, aparecem no rosto, mãos e braços, e não desaparecem no inverno.

O lentigo solar consiste em máculas planas, hiperpigmentadas, resultantes de dano cumulativo por exposição solar. O aspecto inclui as máculas lenticulares/ovaladas, de cor castanho-clara a escura, bordas geralmente irregulares e não uniformes; planas à inspeção.

A distribuição é o predomínio em áreas fotoexpostas — dorso das mãos, face, antebraços, ombros e dorso. Frequência: muito comuns em indivíduos de pele clara e em idosos; são alterações permanentes da pigmentação cutânea relacionadas ao fotoenvelhecimento. 

O diagnóstico é clínico pela inspeção das máculas hiperpigmentadas em áreas fotoexpostas. Em lesões suspeitas de neoplasia, as recomendações técnicas descritas para investigação de lesões suspeitas (quando aplicável) incluem biópsia excisional da área com margem de pele normal; biópsias incisionais apenas quando a excisional não for viável, e evitar curetagens/raspagens que impeçam avaliação da espessura tumoral.

A principal medida preventiva descrita é a proteção solar: evitar exposição excessiva e usar barreiras físicas e filtros solares de amplo espectro (recomendação institucional descrita nos textos). O fotoenvelhecimento é fator chave na formação de lentigos solares.

As machas podem surgir em pequena quantidade ou serem múltiplas. Sua coloração varia de castanho claro ou cinzento até um castanho bem escuro.

As machas da melanose solar variam de tamanho e geralmente aparecem em áreas expostas ao sol, tais como o rosto, as mãos, os ombros e os braços.

As machas senis são lesões benignas resultantes da atividade aumentada dos melanócitos, que são as células responsáveis pela produção da melanina, pigmento que dá cor à pele. As manchas da idade não precisam de tratamento, são um problema puramente estético.

Porém, elas são um sinal de que a pele recebeu muita exposição solar, o que também é um fator de risco para câncer de pele, como o melanoma. O lentigo solar é mais comum em pessoas de pele clara, naqueles com mais de 50 anos, em pessoas com histórico de exposição frequente ao sol e nos homens.

As lesões, porém, também podem surgir nas mulheres e em jovens que se expõem excessivamente ao sol sem proteção. Nos EUA, as manchas senis estão presentes em 90% da população branca com mais de 60 anos e em 20% dos brancos com menos de 35 anos.

A melanose solar também é comum nos pacientes com psoríase que se tratam com radiação artificial de UVB e UVA, especialmente naqueles com mais de 5 anos de tratamento. Jovens que fazem bronzeamento artificial com frequência também podem desenvolver lentiginas solares precocemente.

A melanose solar surge pelo dano à pele provocado por frequente exposição ao sol ao longo dos anos. A radiação ultravioleta estimula a proliferação e a atividade dos melanócitos, levando ao aumento da produção do pigmento melanina, que dá origem as machas.

Artigo atualizado em 03/03/2026 10:57.
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