Publicado em 10 fev 2026

A infraestrutura inteligente na saúde envolve a tecnologia da informação (TI)

Redação

A infraestrutura de TI na saúde se tornou o sistema nervoso do cuidado, conectando equipamentos clínicos, sensores e dispositivos IoT (que já superam 16 bilhões no mundo). Esse cenário impõe três responsabilidades cruciais ao gestor hospitalar: garantir disponibilidade contínua, já que a interrupção de sistemas compromete o atendimento; gerir a complexidade, tratando cada dispositivo como ativo crítico e automatizando processos; e segurança, diante de ataques como ransomwares.

Edgard Nienkotter – 

Vivemos uma etapa em que a infraestrutura deixou de ser simples para se tornar o sistema nervoso de toda a cadeia de cuidado. Equipamentos clínicos, monitores, bombas de infusão, imagens por tomografia, wearables e sensores ambientais, todos conectados, são elementos centrais do fluxo assistencial.

O aumento de dispositivos conectados transforma cada leito em uma pequena fábrica de dados, é estimado que a base global de dispositivos IoT (internet das coisas) ultrapassou 16 bilhões em 2023 e vinha projetada para quase 19 bilhões em 2024, segundo o relatório State of IoT (Summer 2024), da IoT Analytics, empresa de pesquisa de mercado e inteligência empresarial. Esse novo cenário impõe três obrigações ao gestor da TI hospitalar: garantir disponibilidade contínua, gerir a complexidade de dezenas, às vezes centenas, de fabricantes e protocolos, e proteger uma superfície de ataque que hoje já é estratégica para a continuidade do cuidado:

- Disponibilidade na saúde não é métrica de conforto, é segurança. Quando um sistema de registros fica indisponível, processos clínicos param, exames são adiados e e...

Artigo atualizado em 29/01/2026 11:13.
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