A segurança e as transformações dos recipientes transportáveis de aço de GLP
Redação
O aço utilizado para a fabricação do corpo do recipiente transportável de aço de gás liquefeito de petróleo (GLP) devem estar em conformidade com os graus GL-1, GL-2, GL-3, GL-4 ou GL-5 da NBR 7460; e os aços com outra classificação devem ter sua equivalência comprovada de acordo com os graus dos aços requeridos conforme a NBR 7460. O material dos flanges deve ser em aço, com soldabilidade compatível com o material do corpo do recipiente, devendo ser proveniente de processos de conformação e não de fundição. As peças acessórias devem ser construídas com materiais que assegurem sua estabilização sobre o solo, a facilidade de manuseio e transporte e a proteção das válvulas e dos dispositivos de segurança. Quando essas peças forem fixadas por solda ao corpo do recipiente, elas devem ser de material com soldabilidade compatível com este. Há requisitos de segurança obrigatórias para as peças acessórias e de segurança, para projeto, fabricação, alteração e utilização dos recipientes transportáveis destinados ao acondicionamento de gás liquefeito de petróleo (GLP), construídos com chapas de aço soldadas por fusão. Eles se aplicam a todos os recipientes para GLP com capacidade volumétrica de 5,5 L até 500 L.

Da Redação –
As marcações, no corpo dos recipientes com até 250 L, devem ser feitas em alto-relevo, com exceção do número de série. Esta gravação em alto-relevo é opcional para recipientes com capacidade volumétrica acima de 250 L.
O campo para marcação do ano de fabricação do recipiente deve possuir espaço suficiente para no mínimo dois dígitos, referentes à dezena do ano de fabricação. O campo para marcação do número de série de fabricação deve possuir espaço suficiente para seis dígitos e estar localizado: nos recipientes acima de 7 L até 250 L: no flange, em baixo-relevo, com altura mínima do dígito de 5 mm; nos recipientes abaixo ou igual a 7 L: no flange, em baixo-relevo, com altura mínima do dígito de 4 mm; nos demais recipientes: na alça, em baixo-relevo, com altura mínima do dígito de 6 mm.
A gravação deve ser feita por fabricante, cliente, ano e tipo de recipiente (P2, P5 etc.). Cada fabricante deve controlar o lote na entrada do forno, que pode ser o número de série ou outro meio qualquer de identificação. Ao utilizar a alternativa de número de série, a gravação deste deve ser acordada com a distribuido...